Cawinha... Sabe o que é que mais me cativa ao ler o que outra pessoa escreveu? É essa névoa de dúvida, a linha quase transparente que separa ficção da realidade. O que é real? O que se inventa? Contar uma história na primeira pessoa não é sinônimo de confessional. Mas pode ser. Nunca se sabe. Só o autor conhece a origem e o tamanho exato de cada palavra escrita. Tudo o mais fica por conta de quem lê. Cada pessoa uma nova história, uma roupa de outro tamanho que se encaixa, sem maiores esforços na forma sugerida. Gosto disso. Abração! Caritas Souzza
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Cawinha... Sabe o que é que mais me cativa ao ler o que outra pessoa escreveu? É essa névoa de dúvida, a linha quase transparente que separa ficção da realidade. O que é real? O que se inventa? Contar uma história na primeira pessoa não é sinônimo de confessional. Mas pode ser. Nunca se sabe. Só o autor conhece a origem e o tamanho exato de cada palavra escrita. Tudo o mais fica por conta de quem lê. Cada pessoa uma nova história, uma roupa de outro tamanho que se encaixa, sem maiores esforços na forma sugerida. Gosto disso. Abração!
Caritas Souzza
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